Psicanalistas abordam tema do 'desamparo' em revista

O desamparo é o tema da nova edição da revista Trieb, publicação semestral da Sociedade Brasileira de Psicanálise do Rio de Janeiro (SBPRJ). No evento de lançamento, no dia 28 de março, às 21h, na sede da SBPRJ, haverá apresentação da psicanalista Ivanise Fontes, doutora em Psicanálise pela Universidade Paris 7, enfocando “O desamparo e a construção do ego corporal” – tema do artigo dela na publicação – seguida de comentários do psicanalista José Renato Avzaradel, membro da SBPRJ, e debate. A atividade é gratuita e aberta ao público. A equipe editorial desta edição é formada pelos psicanalistas Bernard Miodownik, Karla Loyo, Maria Noel Sertã e Rebeca Machado. Na apresentação, eles assinalam:

Livro-manifesto coloca movimento feminista em novo patamar

Quando em outubro de 2016 mais de 100 mil polonesas marcharam pelas ruas de várias cidades em oposição à proibição do aborto num dos países mais católicos da Europa, uma nova onda feminista começava a reinventar o conceito de greve. Dias depois, desta vez na Argentina, mulheres grevistas responderam com uma grande paralisação ao assassinato brutal de Lucía Perez, com o movimento denominado “Ni una menos”. A onda já havia atravessado o oceano Atlântico, como lembram as autoras do livro “Feminismo para os 99%: um manifesto”, Cinzia Arruzza, Tithi Bhattacharya e Nancy Fraser, e meses depois chegaria aos Estados Unidos, onde as três são professoras universitárias. No 8 de Março de 2017 ativistas

A Festa do Bode e a falácia da reforma da Previdência

Difícil falar apenas de livros e literatura quando a realidade nos chama à ação. Não que a leitura e a escrita literárias sejam atividades menores, como pensava aquele ditador da República Dominicana, Rafael Leonidas Trujillo Molina, cuja história Vargas Llosa imortalizou em seu monumental romance “A Festa do Bode”. No livro de Vargas Llosa, em diálogo com o presidente-fantoche Joaquím Balaguer, Trujillo explicou sua filosofia sobre a valoração humana, onde os homens práticos, tais como os militares, estavam no topo, e os artistas e intelectuais, no degrau mais baixo. Penso o contrário. A literatura e outras formas de arte podem ser tão poderosas quanto as ideologias e as ações práticas de g

Procurar por tags
Arquivo

© 2015 por Bruna Rocha. Orgulhosamente criado com Wix.com