Livro infantil aborda de maneira lúdica a importância do respeito aos ciclistas

Quem passeia de carro, vê a paisagem. Quem vai de bicicleta, é a paisagem. Ouvi a frase anos atrás de um amigo e nunca soube da autoria, mas a guardei no fundo do coração. Me lembrei dela agora enquanto terminava de ler e ver o belo Pedalar é Suave, livro infantil produzido pela ONG Rodas da Paz para homenagear dois ciclistas de Brasília, Raul e Pedro, que perderam a vida enquanto coloriam a paisagem da cidade com suas bicicletas. Pedalar é Suave, aliás, era o mantra repetido por Raul Aragão Rocha, atropelado e morto por um motorista em 2017, na L2-Norte, que dirigia em alta velocidade. Pedro Davison, por sua vez, morreu em 2006, ao ser atropelado enquanto pedalava na faixa central do Eixão

Livro de Sinval Medina narra a fundação de Porto Alegre em ritmo de romance

Ao lado de livros sobre a história brasileira escritos por jornalistas, na forma de biografias ou de grandes reportagens historiográficas, coexistem também os romances históricos, que misturam fatos e ficção para construírem tramas que fisgam os leitores e os transportam ao passado. São gêneros que cresceram no gosto popular e ajudam nosso pobre povo a conhecer minimamente a História do Brasil nesses 520 anos passados. Cito de cabeça três ótimos títulos fundados nesses modelos: 1808, do Laurentino Gomes e a trilogia Getúlio, de Lira Neto, ambos jornalistas; e Boca do Inferno, de Ana Miranda, que mistura invenção e pesquisa para contar a vida do poeta Gregório de Matos, na Salvador do século

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