Chico Buarque acerta ao fazer um romance sem saída, como o país

Tenho escrito cada vez menos resenhas porque, apesar do fim de muitos cadernos literários, de uns anos para cá surgiram dezenas de blogs e páginas na internet dedicados a lançamentos literários. Prefiro então ler o que existe em boa quantidade na rede. Só escrevo quando li algo que gostei e não vejo maior repercussão. Não é o caso do último livro de Chico Buarque, “Essa gente” (Companhia das Letras), que apenas por ser dele já recebe de antemão um generoso espaço na imprensa especializada. Escrevo sobre ele, portanto, pelo simples ímpeto de expor o que, para mim, é quase uma obrigação. O sexto romance do Chico é muito bom, apesar de estranho, ou talvez por isso mesmo. Como escreveu o Arthur

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