Livros para enfrentar o medo e a violência

Além das festas juninas, que ultimamente também são marianas, o mês de junho terá um grande evento que deve ajudar a aquecer a estação outono/inverno. Entre os dias 8 e 17 do mês acontece a 34ª Feira do Livro de Brasília, que este ano terá como tema “Literatura infantil: a invenção do sonho. Vamos brincar de inventar?”. A ideia dos organizadores do evento – a Câmara do Livro do Distrito Federal e o Instituto Latinoamerica – é trazer a beleza da infância, “que se permite sonhar por meio dos livros e da leitura”, como forma de enfrentar o medo e a violência que atormentam os brasileiros hoje, em especial nas grandes cidades. A Feira do Livro será realizada na área externa do shopping Pátio Bra

Diálogo

- Luladrão - Isso não é argumento. - Mas é verdade. - Prove. - Não cabe a mim, mas sim à Justiça. E ela provou. - Prendeu sem provas, na verdade. - Isso é mi, mi, mi. - Repito. Isso é falta de argumento. - Vocês não enxergam a verdade. - A verdade é o que o juiz diz que é? - Não só ele. Outros confirmaram a pena. - Verdade. Um inclusive confirmou antes de ler o processo. - Mentira. - Verdade. - Até quando irão insistir com Lula? - Até quando irão punir sem provas? - Pare de me repetir. - Só se você parar de mentir. - Não estou mentindo. - Pior. Repete a mentira dos outros. - Lula nunca mentiu? - Eu não disse isso. - Me responde! - Não sei. O que sei é que ele foi preso sem provas. - Ninguém

Se Lula virou uma ideia, quais as ideias de Lula?

Ele não é mais um ser humano, é uma ideia. Concordemos ou não com ele, Lula tornou-se isso mesmo: uma ideia. Mas quais são, então, as ideias de Lula? A Editora Boitempo lançou há poucas semanas o livro “A verdade vencerá – o povo sabe por que me condenam”. Não se trata de uma obra de apologia ao Lula, e sim de uma longa entrevista, da qual participaram os jornalistas Juca Kfouri (Folha de S. Paulo e UOL) e Maria Inês Nassif (ex-Valor Econômico), além de Gilberto Marigoni (professor de Relações Internacionais) e Ivana Jinkings, fundadora e diretora da editora Boitempo. Além da entrevista, o livro também traz um prólogo do escritor Luis Fernando Veríssimo, uma breve introdução escrita pelo his

Brasília: capital do silêncio ou túmulo do samba?

Mente quem diz que Brasília não tem esquinas. Tem sim, e muitas. Os barzinhos e seus músicos são as esquinas da cidade. Se aqui não tivemos um Clube da Esquina, temos ou tivemos dezenas de lugares onde a boa música criou tradição e transformou o Distrito Federal num dos maiores celeiros de artistas do País. Foi num desses lugares, mais precisamente no bar Bom Demais, na Asa Norte, que Cássia Eller arrebatou seus primeiros fãs, incluindo este cronista. E foi também em outro bar, o Feitiço Mineiro, que ouvi pela primeira vez o Dois de Ouro e o bandolim genial de Hamilton de Holanda. Aconteceu num verdadeiro boteco, o Cavalo Negro, na 312 Norte, quando ouvi falar pela primeira vez em Clodo, Cli

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